Se a mãe é presente, ela pensa no que está deixando de viver. Se ela precisa se ausentar, nunca consegue fazer isso sem culpa.
Neste Dia das Mães, o que aconteceria se a gente se olhasse com a mesma generosidade com que olha para os nossos filhos?
Com eles, a gente tem paciência infinita. Os erros deles a gente transforma em aprendizado. A gente tem presença, escuta, generosidade.
Mas quando é que a gente se escuta, vai em busca do que a gente quer? Como é que a gente continua sendo mulher depois de ser mãe? Como é que a gente acha espaço para si na rotina? Como é que a gente faz isso sem, o tempo inteiro, achar que está devendo?
Mães melhores são mulheres completas. Mulheres completas precisam de espaço para existir.
Então, neste Dia das Mães, a gente gostaria de desejar para todas as mães: o luxo do silêncio, o privilégio do espaço, a força de se atender, a alegria de se abastecer e a necessidade básica do descanso.
Cuida melhor do outro quem cuida bem de si mesma.
Feliz Dia das Mães.